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Autarcas das Terras de Basto ajustam conclusão da Variante do Tâmega (Corgo – A7)

Investimento previsto de 20 milhões de euros para conclusão do troço

A breve trecho será lançado o concurso público para projeto de execução com um custo de 900 mil euros

O Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, José Peixoto Lima, o Presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Manuel António Teixeira, e o Presidente da Câmara Municipal de Mondim de Basto, Bruno Ferreira, encontram-se em reunião de trabalho com a Infraestruturas de Portugal, S.A., com vista a agilizar a execução do troço em falta da Variante do Tâmega, que liga o Corgo à A7, no Arco de Baúlhe.

Ao fim de 40 anos, os autarcas vislumbram finalmente “uma luz ao fundo do túnel” para a conclusão de uma obra há muito ansiada pela população das Terras de Basto.

Em 2025 ficou concluído o troço que liga Lordelo ao Corgo, permanecendo por executar o troço entre o Corgo e o Arco de Baúlhe (Cabeceiras de Basto), numa extensão aproximada de seis quilómetros, dos quais 3,2 km se inserem no concelho de Cabeceiras de Basto.

A intervenção contempla várias obras de arte, nomeadamente a construção de uma rotunda no lugar da Corredoura, a criação de um acesso à Zona Industrial de Vila Nune e a ligação final à interseção de acesso à A7, no Arco de Baúlhe.

Esta empreitada encontra-se inscrita no Programa Nacional de Investimentos 2030 (PNI 2030), instrumento de planeamento do próximo ciclo de investimentos estratégicos e estruturantes de âmbito nacional. No âmbito deste programa, integra o projeto de construção “Missing Links”, que visa a concretização e finalização de troços em falta, a valorização de investimentos já realizados e o reforço das condições de segurança rodoviária.

José Peixoto Lima sublinha a urgência na conclusão deste troço e a importância da articulação com o Governo e com a Infraestruturas de Portugal, “estamos completamente comprometidos e garantimos que a conclusão da Variante do Tâmega será uma realidade. Os nossos argumentos são sólidos e sustentam o crescimento económico sustentado e sustentável das Terras de Basto, tornando esta via uma verdadeira porta de entrada, assegurando maior e melhor mobilidade, fixação de empresas, de pessoas e de serviços”.

#dinamismoecoesão#variantedotamega

Conteúdo atualizado em 4 de Março de 2026

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